Barraco no hospital?

Mais ou menos, 9 horas da noite, um homem estacionou, na frente de um hospital, mas não viu que o local era proibido.

Um guarda municipal que passava por ali, chegou e disse:

— Meu senhor, aqui é proibido estacionar. Não viu a placa?

— Vi sim, mas se trata de uma emergência.

— Ora, o senhor deve ser mais um daqueles que quer enganar o guarda, dizendo que é emergência.

— Ora, se aqui é um hospital, quase todas as pessoas que vêm aqui, devem vir porque têm problemas que precisam ser atendidos por alguém da área médica. Por exemplo, eu não vim aqui pensando em ir num McDonalds, mesmo com a fome que estou no momento.

— O Senhor é bem engraçadinho, não é verdade?

— Sabe, seu guarda, na verdade não sou engraçadinho, mas estou com enorme problema que requer emergência médica.

— No meu ponto de vista, o primeiro problema que o senhor tem agora, é sair da vaga porque, se não fizer isso dentro de um minuto, vou multá-lo. Portanto, engraçadinho, se eu fosse o senhor, tiraria agora o carro do local porque, a multa é de R$ 357,23 e dá nove pontos e meio na sua carteira. Aliás, o senhor tem CNH, certo?

— Tenho sim.

— O senhor pode mostrá-la?

— Posso sim, mas não vou fazer isso e também não vou sair da vaga. Entenda, Zé, como eu já disse, estou numa emergência.

— Do que você me chamou? Quem é Zé? Agora você tem três problemas. Estacionou em local proibido, não tem CNH ou não quer mostrar e, agora, ofendeu a autoridade estabelecida, dizendo que sou um Zé ninguém.

Neste momento, o homem perdeu a paciência e começou a gritar com o guarda. Com isso, o guarda retrucou e deu-se um bate-boca que fez pensar que eles estavam fincando as estacas da estrutura de um enorme barraco.

O guarda, aparentemente assustado com a gritaria do homem, pegou um cassetete que tinha na cintura e começou a ameaçar o provável, oponente. Dava para ver que o guarda parecia inseguro e ansioso.

Quando viu a postura do guarda, o homem, que dizia ter uma enorme emergência, já estava disposto a partir para cima dele, mas não fez isso e tentou negociar.

O guarda, lhe deu pouca atenção e continuou insistindo que ele saísse da vaga e mostrasse sua CNH.

Com o desentendimento absurdo, o tom de ambos aumentou e isto atraiu a atenção, de várias pessoas que passavam pela rua. Muitas paravam para assistir a discussão e, já se percebia que algumas tomavam o partido do homem que dizia ter uma enorme emergência, e outras, defendiam o guarda. O triste é que, ambas não sabiam o que estava acontecendo.

Veja bem, eu fui um dos primeiro a parar, atraído pela discussão então, fiquei lá para ver o desfecho.

Rapidamente, varias pessoas chegaram e, curiosas, queriam saber o que estava acontecendo.

De repente chegou um homem perto de onde eu estava. Era bem vestido e aparentava ter seus 4O anos, por ai e, numa das mãos, portava uma pasta de documentos. Se aproximou de uma pessoa e puxou conversa.

Essa pessoa era um senhor já de certa idade, que vestia agasalho preto, tênis vermelho e uma touca marrom, tudo, aparentemente comprado a pouco tempo e que tem pouco uso. Imaginei, pela indumentária, que ele devia fazer caminhadas num parque que existia nas proximidades.

Fiquei prestando atenção na conversa que eles teriam porque, pela distância que eu estava, era possível ouvir.

— O que aconteceu aqui? – perguntou o homem da pasta

O da touca marrom, respondeu.

— Não sei bem. Agora a pouco, ouvi falar que, o homem que está discutindo com o guarda, tem Covid19 e quer entrar na marra no hospital, mas como não tem vaga, o guarda não quer que ele entre.

— A encrenca não faz sentido porque ele tem direitos que têm que ser respeitados.

— Eu concordo. O senhor é o que, no pedaço?

— Eu sou advogado. Deu pra ouvir? Sou advogado – repetiu – deu para entender?

— Pra entender dá, mas o que o senhor vai fazer? Defender o homem que tem direitos ou o que tem autoridade?

— O senhor não entendeu o que eu disse. Na realidade, quem tem direitos é o guarda porque ele está protegendo as pessoas que estão no hospital, e tem a obrigação de impedir que uma pessoa infectada, carregue para dentro do hospital, vírus mortais.

— O senhor vai me desculpar – disse o cara da touca marrom – você está totalmente errado porque, se o sujeito está doente, e quer entrar no hospital, ele está no lugar certo. Pra onde ele iria? Para sua casa?

— Olha lá, vê como você fala comigo. Eu sou um advogado.

— Grandes merdas, eu sou juiz aposentado e não estou aqui para ouvir besteiras.

Senti um certo clima de confusão. Para coroar o meu palpite, em seguida, um rapaz que estava ao lado do homem de touca marrom, se aproximou dele e lhe cochichou alguma coisa no ouvido. Então, o homem de touca marrom, aparentemente indignado com o advogado, deu uma resposta ao rapaz usando o pé do ouvido dele.

Isso não consegui ouvir, mas…

A conversa do rapaz com o homem de touca marrom, fez com que o rapaz, que parecia ser um daqueles que têm paciência zero absoluto e valentia a flor da pele, se dirigiu ao advogado.

— Você é burro. Não se meta num assunto que não sabe.

— Como assim, burro, eu? Vou te processar – vociferou o advogado.

— Processe para você ver o que é bom.

— Vai tomar…

A partir dai, as pessoas esqueceram a discussão do guarda com o homem que estacionou e começaram a discutir entre si. A impressão é que alguém acendeu um rastilho de pólvora, que ligava todas as pessoas que estavam por perto e fez com que elas explodissem. A gritaria era geral e uns eram contra o rapaz e outros contra o advogado e outros, contra outras coisas que não se sabia ou não existiam, mas…

Se eu tivesse ouvido o que o homem da touca marrom disse ao rapaz o qual, logo depois, foi discutir com advogado que (não sei se perceberam), ficou perplexo porque ele não tinha feito nada para ofender o rapaz e, mesmo sem saber, o rapaz veio para cima dele obrigando-o a revidar já que, ofendido foi.

Em resumo, o culpado disso tudo foi o juiz aposentado ou seja, foi ele que acendeu o rastilho de pólvora quando mentiu para o advogado e depois, quando incitou o rapaz contra o ele.

Não demorou, o foco voltou para a encrenca do guarda com o homem e, a desinformação continuou solta. Se você prestasse atenção na gritaria, e filtrasse a coisa, veria que as pessoas de um grupo estavam gritando coisas que não tinham a mínima correlação com os gritos de outros grupos.

A coisa estava tão estranha que, de repente, um grupo passou a gritar “Lula Livre, abaixo o Mourão”.

Pensei comigo mesmo, é provável que isso foi o que aconteceu na Torre de Babel.

Eu fui um dos primeiros a chegar e vi que, tudo começou porque o homem, que dizia ter uma enorme emergência, estacionou numa vaga proibida e o guarda não o escutava e, isso deixou o homem exasperado ao ponto de querer partir para cima dele.

Para você ter uma ideia melhor, eu não sabia qual qual era o problema do homem que, fez com que ele tivesse procurado o hospital, mas, a turba parece que sabia ou pensava que sabia, sabe-se lá como.

Com o passar do tempo e com a chegada de mais pessoas, a turma continuou gritando ofensas tanto para o homem como para o guarda.

Não existia um grupo contra o outro e sim pequenos grupos se desentendo, por alguma coisa idiota, semelhante àquela que o homem da touca marrom fez por causa da arrogancia do advogado.

Talvez por causa do barulho e mal comportamento que acontecia fora do hospital, um PM que fazia a segurança interna, saiu e, fazendo gestos de paz para a turma vociferante, foi pra perto de onde estava o guarda e o homem, que dizia ter uma enorme emergência,

Acreditei que o PM, tinha chegado para apaziguar as coisas, porque ele se dirigiu ao guarda, aquele que estava querendo multar o homem que dizia ter uma enorme emergência.

— Primeiro de tudo – disse ele para o guarda – o que você está fazendo com este cassetete na mão?

— Olá sargento, como está?

— Estou bem, mas isso não importa. Perguntei o que você fazia com este cassetete.

Nisso, o homem que dizia ter uma enorme emergência, tentou fazer parte do diálogo.

O PM não gostou e, com ar ameaçador disse.

— O senhor fique quieto ai no seu canto. Estou falando com um Guarda Municipal porque preciso que ele me informe o que está ocorrendo.

O homem, que dizia ter uma enorme emergência, tentou insistir e, quando o PM percebeu isso, ele próprio, tirou um cassetete da cintura, se afastou um pouco do homem que dizia ter uma enorme emergência, e se preparou para o ataque, caso o homem, que dizia ter uma enorme emergência, viesse para cima dele.

Com receio de receber uma cassetada, o homem que dizia ter uma enorme emergência, se dispôs a deixar o local, dando a entender que iria procurar socorro em outro lugar.

Imediatamente, o guarda municipal, o segurou pelo braço e, o homem que dizia ter uma enorme emergência, deu um safanão livrando-se dele e tentou entrar no carro.

O guarda municipal, vendo isso, gritou:

— Oficial, cuidado, ele vai pegar uma arma no carro!

O PM, que nesse momento, estava mais perto do homem que dizia ter uma enorme emergência, chegou por trás dele e deu uma violenta cassetada na cabeça do pobre coitado, que foi ao chão, desmaiado.

O povo gritava alucinadamente.

Alguns lançavam impropérios ao homem que dizia que tinha uma emergência para ser atendida, dizendo palavras de ordem tais como: “Ai seu merda, levou o que merecia.” – “Playboy vagabundo, está pensando o que, pra chegar aqui mandando na policia?” – “Vai procurar a sua turma de bacanas” – “Desapareça” e outras coisas, até mais chulas.

Outros, diziam: “Policia militar assassina”, “Covarde filho da puta”, “Venha aqui bater na gente pra você ver o que é bom”, enfim, eram tantas que é difícil guardá-las, mas parece que a coisa poderia ficar mais séria, caso não viesse socorro.

Enquanto o PM examinava o homem, que dizia ter uma enorme emergência, o guarda municipal foi revistar o carro. Ele tinha certeza que, de acordo com o comportamento do homem, que dizia ter uma enorme emergência, poderia haver crimes maiores.

O guarda municipal, ansioso entrou no carro. Ele jurava, para ele mesmo, que encontraria coisas criminosas. “Meus chefes irão gostar da maneira que tratei o bandido”, pensou ele com o ego em crescimento.

Porém, assim como ele entrou, saiu sem demora. Deve ter visto alguma coisa que ele não esperava e isso o deixou mais ansiado do que já estava.

Chegando perto do PM, ele disse algo no pé do ouvido. Conversaram rapidamente e dai, me pareceu, o PM pediu para o guarda municipal, ficar ali tomando conta do cenário, e correu para dentro do hospital.

Não pude ouvir o que o guarda municipal disse, para o PM, mas parecia que havia uma emergência dentro do carro, tal a pressa com a qual ele entrou no Hospital.

Como o PM entrou correndo, acabou despertando a curiosidade de muitas pessoas, entre elas, o médico chefe do plantão. Este se aproximou do PM e pediu que ele se acalmasse e informasse o que aconteceu.

O PM disse:

— Doutor, temos uma emergência lá fora.

— Emergência lá fora não preciso, porque já tenho uma porrada de emergências aqui dentro.

— Doutor, é serio. O senhor é necessário lá fora.

— Me diga uma coisa, é o caso do cara que tentou invadir o hospital porque estava com Covid19?

— Honestamente não sei, mas parece que não, porque este homem, a última vez que o vi, estava dormindo.

— Se for, pegue uma receita de Dipirona ai com a recepcionista e entregue a ele. Na receita diz tudo, mas mesmo assim, explique que ele deve tomar tomar dois comprimidos ao dia, um a cada 12 horas e, caso ele não melhore, depois de 8 dias, procure uma UPA. Esse é o protocolo do Covid adotado por este hospital. O ministro Mandetta foi quem o definiu então, acompanhamos até hoje.

— Desculpe, Doutor, mas é muito importante que o senhor vá comigo.

O médico, muito a contragosto e mostrando cansaço, disse:

— Eu vou, mas saiba que, caso seja o cara do covid, vou comunicar para o teu comandante.

O PM concordou e pediu que o médico o acompanhasse.

Chegando lá fora, o medico viu que tinha um homem caído no chão. Olhou melhor e viu que ele dormia, a sono solto. “Caramba”, o medico pensou, eu soube que ele tinha vindo de carro. Por que não dorme lá?

— É esta a emergência? O que aconteceu com este homem?

— Aconteceu que, eu e ele nos desentendemos e, como tentou me agredir, não tive jeito senão, dar um sonífero para ele.

— Qual remédio você deu?

O PM olhou bem para o medico para ver se ele tinha entendido a piada e, como não notou nada disso, continuou.

— É um remédio que vem numa embalagem de borracha. É tiro e queda.

— Tá bom, mas onde está a emergência então?

— Ela está no carro, no assento traseiro. É melhor entrar pela porta detrás.

O medico entrou e teve uma surpresa. Viu uma mulher sentada, com um semblante assustado por tudo que ouviu e também porque, estava preocupada com o marido, que tinha saído para procurar socorro e não voltou mais. “Eu não consegui sair daqui” – disse ela.

O médico perguntou:

— A senhora está com febre, dores de cabeça, perdeu o olfato ou o paladar?

— Não doutor. Me dói ap…..

— Tem tosse? – perguntou o médico – interrompendo-a.

— Não, não tenho – disse a mulher, agora mais incomodada do que já estava.

— Então, a senhora não tem Covid19, mas acho que a senhora está muito nervosa então, vou lhe passar uma receita e sugiro que vá para a sua casa e faça repouso porque, a sua imunidade pode ficar baixa e dai o virus se instala.

— Doutor, desculpe, mas o senhor não entendeu o que eu tenho.

Com a maior paciencia que ele pode juntar, o medico disse.

— Esta bem minha, senhora, o que a senhora tem então?

— Estou em trabalho de parto de gêmeos. Será que o senhor não viu isso?

— Desculpe não vi mesmo. É que sou infeccionista e de parto, essas coisas, não entendo nada.

Em seguida, meio envergonhado, o medido pediu para a mulher aguardar e saiu.

Lá fora ele viu que o homem, que dizia ter uma enorme emergência, estava sentado no chão e passava a mão na cabeça o tempo todo. Dai, o médico chegou perto do PM e, apontando para o homem, que dizia ter uma enorme emergência, perguntou:

— Esse homem tem condições de dirigir?

— Acredito que sim. Pode estar com dor de cabeça, mas acho que dá.

— Não tem problema, mande o guarda municipal buscar na recepção, uma receita de dipirona, é muito bom para dores de cabeça.

O PM chamou o guarda municipal e disse para ele buscar a receita que o medico mandou.

O guarda municipal perguntou ao PM sobre o homem que dizia ter uma enorme emergência

— Vai ser liberado – disse o PM.

Indignado, o guarda municipal disse:

— E a minha multa e as ofensas que sofri, como ficam?

— Não sei e não quero saber porque, o meu turno está no fim, e preciso saber o que a filha da sogra fez para o jantar, lá em casa.

— Isto não é justo – disse o guarda municipal, ao mesmo tempo que saia pisando firme em direção à porta do hospital.

Encostado no carro onde a mulher estava, o médico fez sinal para que o PM se aproximasse. Ao chegar, o PM ouviu.

— Quero ter uma conversa com o homem, que dizia ter uma enorme emergência. Traga-o aqui.

— Vou ver se ele pode andar e dai o trago.

Passado um tempo o PM trouxe o homem para perto do médico.

— Como o senhor se chama? – disse o médico.

— Léo.

— Puxa vida – disse o medico meio contrariado – se eu soubesse disso, não deixaria o narrador dessa historia maluca, ficar o tempo inteiro dizendo que “o homem, que dizia ter uma enorme emergência” sempre que se refere a você. O médico continuou: “Bastava ele, dizer Léo pra cá e Léo pra lá, que a coisa não ficava tão maluca como ficou e, dai também, todo mundo entenderia a historia.

O PM concordou rindo e o médico dirigiu-se de novo ao Léo.

— Cara, você criou uma enorme confusão aqui. Tivesse explicado, logo de inicio, para o guarda municipal, que o seu problema era a gravidez de sua mulher, tudo se resolveria porque ele faria, o que vou fazer agora.

— O que o doutor vai fazer?

— Primeiro, vou dizer, que você deu muita sorte porque a sua mulher poderia ter morrido no assento traseiro do carro e dai, meu amigo, você iria se dar mal porque, abandono de vulnerável é crime.

— Mas…

O médico, interrompeu o homem com um gesto de mãos e, em seguida, lhe deu um cartão.

Leo, olhou a frente do cartão e viu que se tratava de uma clínica de obstetrícia, chamada Parto Feliz”.

Dai o medico perguntou.

— Você tem GPS no carro?

— Tenho sim.

— Você está com condições de dirigir?

— Acho que sim.

— Esse cartão – disse o medico – é da clinica da minha mulher. Então, pegue seu carro e voe pra lá porque não respondo pela vida da sua mulher. Ela vai ser bem atendida. Vê se não faz besteira de novo.

Quando Léo, quis falar, o médico pediu licença e disse:

— Desculpe, o dever me chama, preciso entrar. A sua mulher vai ser bem tratada. Outra coisa, lá é só com plano de saúde. O senhor tem plano, não?

Léo, olhou para o medico e pensou: “Vou acordar desse pesadelo. não vai demorar”. Então, agora que já sabe que é um pesadelo, deixou rolar.

Léo entrou no carro e quando estava para sair, o guarda municipal chegou para lhe dar a receita que o médico tinha dito.

O Léo pegou o papel e, quando viu que o guarda municipal ia lhe dizer alguma coisa, arrancou devagar para não atropelar as pessoas que estavam acompanhando o final da coisa.

Poucos metros a frente, deu para o Léo ver, pelo retrovisor, que o guarda municipal, meio zangado, disse alguma coisa ao PM. Para surpresa do Léo, o PM, rapidamente e certeiramente, deu uma violenta cassetada na cabeça do guarda municipal que foi ao chão, desmaiado.

Pela primeira vez, naquela noite, Léo deu uma enorme gargalhada ao ver o desmoronamento do guarda municipal. Só para comparar, ele passou a mão na cabeça, para ver se o galo que estava lá, tinha diminuído.

O povão que estava ali na frente ainda estava dividido então, uma boa parte aplaudiu o PM, mas foi rebatida pela outra parte, que o vaiou muito.

Ambos os grupos, diziam palavras de ordem tais como….

Ora, deixa pra lá, você já sabe quais são essas palavras.

Jefcor

Atenção!
Esta obra, no bom sentido ou no mau mesmo, é pura ficção assim, qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência.

Barraco no hospital?

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