Máscaras em ambiente aberto? Por que?

Pretendo com este texto, falar um pouco sobre coisas que ouço, leio e vejo no meu cotidiano, sobre a tal da pandemia. 

Ora, alguém pode dizer: Você não é médico então não se meta. Concordo porque, realmente não sou médico e, para deixar bem claro, também não sou  uma sumidade que discute quaisquer assuntos com propriedade tal como alguns “filósofos”, que temos por aí.

Por que então, insisto em falar sobre a pandemia? 

É porque não sou um néscio e sei raciocinar, analisar e deduzir coisas decorrentes de uma leitura ou, de um áudio, sobre qualquer assunto. 

Então, eu posso sim, falar sobre a pandemia porque, além de o que eu disse acima, sou alguém que tem uma quantidade de neurônios que passa de dois e isso me dá autoridade para emitir opiniões afinal, nas minhas opiniões, eu não preciso ser preciso. 

Com este texto, pretendo tentar (e, se possível, conseguir) desenvolver um raciocínio lógico sobre essa imundície de pandemia que está tomando o tempo e a vida de muitos brasileiros.

Estou cansado e você também deve estar, de ouvir expressões como: “Eu peguei covid e sobrevivi”. Tenho amigos que “pegaram o covid”. Hoje, morreu um amigo que “pegou o covid”. Um parente “pegou o covid e se curou”. Só não tem, por pura impossibilidade o: “Eu peguei o covid e acabei morrendo”. 

É sobre isso que pretendo falar. O Covid é a minha maior perplexidade no momento!

Então, vamos lá.

O que vem a ser um vírus?

Para começar a narrativa eu preciso de informações sobre algumas questões então, consultei a Internet via DuckDuckGo: O que é um vírus? – perguntei. Rapidamente, o buscador me expôs várias matérias sobre o assunto. 

Para que a coisa não ficasse muito científica, parei a pesquisa e peguei a segunda matéria que foi exposta já que a primeira, era da Wikipédia. Eu gosto da Wiki, mas achei que ela não era oportuna para esse caso. 

Li uma parte da matéria. Eu não precisava de muito assim, logo que encontrei a definição sobre a coisa, a copiei para colocá-la aí abaixo.

Tomei também a liberdade de copiar algumas imagens de lá porque, imagens comunicam bem e, como não sei se eu teria capacidade de criar algumas, não tive outro jeito, portanto, dê-lhe “Ctrl C”. 

Todavia, como não poderia ser diferente e, de acordo com a lei, vou deixar no final aqui os créditos respectivos aos autores de de todas as matéria que forem citadas, para o caso de você querer ir mais a fundo no assunto:

A definição sobre o que é um virus, dada pela matéria, é a seguinte:

“Um primeiro ponto importante é que os vírus não são considerados seres vivos, uma vez que eles não possuem uma estrutura de célula. Eles são parasitas intracelulares obrigatórios, o que significa que são completamente dependentes de outras células para se reproduzir. Não possuem metabolismo próprio independente do hospedeiro.”. 

Gostei da definição porque, além dela ter justamente as informações que eu precisava para desenvolver parte deste texto, como adiante você verá, ela é sucinta, objetiva e fácil de entender. 

Que tamanho tem esse bicho?

Em seguida eu precisei saber qual é o tamanho físico de um vírus. Isso é necessário porque tem gente que acha que o tamanho dele é bem pequeno, coisa de 1 milímetro, ou pouco menos e por causa disso, ele pode entrar na nossa boca, rapidamente chegar garganta e “correr’ para o nosso pulmão, que é o maior objetivo porque, chegando lá, ele nos fode sem dó nem piedade. 

No entanto, não se pode dizer que um vírus seja “menor ou maior do que um milímetro” porque, isto poderia dar a ideia que ele pode ter “mais ou menos meio milímetro”, por aí.

Nada disso, meu amigo, o buraco é bem mais embaixo. 

Por causa disso, me vi forçado a dar outra DuckDuckGogada, agora procurando informações sobre a dimensão do dito cujo.

Rapidinho, encontrei uma matéria sobre o assunto e ela disse que:

Comparação Virus-Bacteria-Célula

“As dimensões dos vírus, evidenciadas por estudos eletromicroscópicos, de ultrafiltração e ultracentrifugação, variam de 10 a 350 milimicra de diâmetro; o comprimento chega até 2.000 milindrica (vírus da Tristeza do Citrus). À guisa de comparação, os glóbulos vermelhos do sangue humano têm 7.500 milimicra de diâmetro e, dentro de uma célula bacteriana, podem caber mais de 1 milhão de partículas de vírus.”

Puxa vida, vou ter que explicar um pouco mais. Isso é bom porque assim, aprendo também.

Segundo o que entendi, o menor vírus encontrado até hoje (segundo a matéria), é o “da Tristeza do Citrus”, o qual tem um comprimento de até 2.000 milindrica. Certo?

Não, enrosquei porque não sei o que é uma “milindrica” e acho que você também não sabe. 

Voltei à Internet procurando informações, mas desisti porque, não encontrei via DuckDuckGo e também não encontrei no Google Academics (que era quem teria que ter a informação sobre essa palavra). Dai fui ao dicionário e conclui, então, que esta palavra não existe. O mais próximo que cheguei no Academics, foi uma referência que dizia: milindrico (melindroso). Aí, não tive outro jeito e parei de vez. Vou ter que explicar a questão, sem usar a tal “milindrica”.   

Vamos lá.

Ai no texto, existe uma outra palavra que é importante saber o significado porque, ela é fundamental para termos, enfim, uma ideia científica do tamanho dos  vírus. Esta palavra é a “milimicra”. 

Ela é usada para expor medidas ínfimas porque, uma milimicra é a milésima parte de uma micra. Certo? Não, porque é possível que você não saiba o que é uma micra. Vamos lá: 

Uma micra é igual a milionésima parte de um metro, ou seja, ela é um metro, dividido por um milhão. A milimicra, por sua vez, é mil vezes menor que a micra, então, ela é igual a um metro dividido por um bilhão. 

  • Uma micra = um metro dividido por um milhão (1 / 1.000.000) ou 0,000001 e…
  • Uma milimicra = um metro dividido por um bilhão (1 /1.000.000.000) ou 0,000000001;

Agora a pouco, foi dito que o menor vírus encontrado tem o tamanho de 10 a 350 milimicra, então, o tamanho dele varia de 0,00000010 m a 0,000000350 m. Caso você queira ver estas medidas em milímetro, divida por 1.000, os valores acima. Com isso, você verá que um vírus é bem menor do que um milímetro.

Tá vendo? Isso com certeza é uma “ENORME PEQUENA MEDIDA”.  

Sobre o uso de máscaras?

Essa pandemia criou muita confusão porque haviam decretos vindos dos governos estaduais e dos governos municipais. Do governo federal nada veio nesse sentido porque o STF, sabe-se lá porque, definiu que o Executivo não se metesse no problema das políticas de combate à pandemia alijando, portanto, o Ministerio da Saúde que é quem tem conhecimento científico disso. 

Queiramos ou não, apoiemos ou não, temos que acreditar que a tal pandemia, foi transformada numa arena política, principalmente pela oposição ao governo. Como isso não é o foco desta matéria, não vamos discutir esse assunto.

Todavia, existiram momentos, que a administração da pandemia parecia ser a ante sala do inferno porque os governadores e prefeitos que tinham o poder de mando, entendiam patavinas da coisa e, como fazia tempo que não viam tanto dinheiro, alguns se comportaram de forma não republicana e o dinheiro acabou não indo para o combate ao covid e sim para rechear algumas contas correntes Brasil afora. 

Por causa disso, saiam regulamentos e mais regulamentos definindo algumas coisas e depois saiam outros desdizendo o que foi dito anteriormente. Mas havia uma coisa que não se discutia que era a obrigatoriedade do uso de máscaras. Na minha opinião, um drama. 

Chegou-se ao cúmulo de obrigar o uso delas nas praias. Meu Deus, isso me pareceu insanidade.  

Sobre isso ouvi várias explicações, mas a mais idiota, foi uma que disse que, era necessário usar mascaras na praia para evitar que a água do mar fosse contaminada pelo virus. 

Caramba, se o vírus resistisse num ambiente rico em cloro e iodo, ele seria indestrutível. Nem a martelo você conseguiria matar um. 

Outra coisa também chata desta pandemia, é que foi criada a figura do “xerife das máscaras.” 

Quem é essa pessoa? Explico… 

É aquela que fica nos ambientes onde o uso da máscara é obrigatório, só para pegar os incautos que não cumprem o regulamento e, quando pega um infrator, ele já chega de voadora: Ei! Você aí, coloque a máscara! Ele é bem educado assim, afinal ele é autoridade então, educação para que?

Não sei o que você pensa, mas eu penso que a nossa liberdade foi cerceada.

Deixe eu explicar porque entrei neste assunto das máscaras.

É o seguinte: As máscaras que usamos são feitas de tecido. Bem no início da obrigação de uso, elas eram de algodão com uma camada, porque era macio. Com o tempo, a coisa foi “evoluindo” e hoje você encontra máscaras de todo jeito, em termos de tamanho, camadas de tecido e tipo de tecido,
mas ainda, continuam sendo de tecido. 

Um tecido, como sabemos, é uma trama de fios que são criados com teares industriais.  Nisso aí, existe uma enormidade de processos, mas não é o caso de nos aprofundarmos, afinal, todos nós sabemos o que seja um tecido.

Existem vários fios que são usados para fabricar tecidos. Os tecidos leves usam fios, mais ou menos, na espessura dos nossos cabelos e isso significa que os mesmos, são bem mais espessos, do que o tamanho dos vírus. 

Como o tecido é formado por cadeias de fios, acontece que eles não ficam bem encostados nos outros e isso faz com que o tecido, tenha microfuros que também são bem maiores do que o tamanho dos vírus. 

Então, é de supor que alguns vírus que chegam à nossa máscara, podem enroscar nos fios e fiquem lá até “morrerem” ou que sejam aspirados pela nossa respiração. Por outro lado, é possível  que outros passem pelos buracos do tecido, trafeguem pela tua boca e cheguem à tua garganta. 

Quando você está usando máscara e fala bastante, pode ser criado o efeito ao contrário (de dentro para fora). Assim, pode ser possível que, caso você tenha o virus, acabe transmitindo-o à alguém. Em resumo, usar máscara ou não usar máscara é assunto polêmico.

Vou deixar este assunto pendente, mas depois voltarei à ele.

Como é que o vírus chega até nós? De onde ele vêm? 

Mais uma DuckDuckGogada. foi dada, mas não encontrei nenhuma matéria boa sobre o assunto. A  minha pergunta foi: Como o covid19 chega até mim? 

Li muita coisa e acabei encontrando uma matéria do governo federal que diz:

“A principal forma de disseminação do coronavírus (COVID-19) conhecida até o momento é de pessoa para pessoa. O indivíduo pode ser contaminado através do ar ou pelo contato pessoal com gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro ou até mesmo com o toque ou aperto de mão com a pessoa infectada.” 

Entendi que o contato pessoal pode ser o grande problema então, deve ser evitado porque, pode estar em uma pessoa e, pelos meios que foram ditos acima, ele pode vir até você e daí, até por uma atitude tua, ele pode alcançar teus olhos, boca e nariz. É por isso que se ouviu falar muito sobre o distanciamento social e também o uso de álcool em gel.

Entendi também que os vírus podem ser carregados pelo vento que não está “estocado”, e irem bem longe, daí a necessidade da máscara. Certo?

Se isso for verdade, temos três situações as quais coloco abaixo, com relação ao fato das máscaras reterem os vírus que podem estar por aí porque alguém espirrou, expeliu milhões de vírus e, por uma razão outra, eles chegaram até você e o infectaram. Temos as seguintes situações:

  1. Alguns vírus que vêm pelo ar, se enroscam nas fibras de tecido e ficam lá até que pereçam ou que sejam aspirados pela tua boca ou nariz;
  2. Outros vírus que também vêm pelo ar, chegam e passam direto pelos micro furos do tecido e conseguem te contaminar a não ser que eles estejam prejudicados sob o ponto de vista físico

O que coloquei aí atrás, em negrito, é uma coisa importante e adiante vou voltar ao assunto. Antes preciso saber algumas coisas sobre fabricação de vacinas. Vou fazer isso, também de forma simples, ou seja, fugindo do academicismo até porque, como você já sabe, eu não sou médico e nem cientista. 

Vamos lá para acessar o DukDuckGo e pesquisar sobre o assunto.

Pesquisei usando o mesmo método das pesquisas anteriores que se encontram nesta matéria. Me baseei numa matéria da Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais. Se você quiser ir mais a fundo, acesse o link que pus no final. A minha pesquisa foi: Como são produzidas as vacinas do covid?

Você sabe como funcionam as vacinas?

Entendi que a vacina é uma espécie de remédio preventivo, que é utilizado para induzir imunidade a vírus e bactérias causadores de algumas doenças, já que estimula o organismo a produzir anticorpos contra essas doenças. 

Isso significa que, uma vez tomando uma vacina para combater determinada doença, você fica imune contra o agente que gerou a doença. 

Na realidade não é bem assim porque, quando se trata de virose o vírus pode se modificar e daí a vacina usada antes, pode não ter mais o efeito de imunidade citada. Todavia, não vou estender mais este assunto porque não cabe neste contexto. 

Segui em frente com matéria e percebi que existem mais de um tipo de vacina que são classificadas de acordo com a matéria prima básica que é usada. Essa matéria prima é criada usando o próprio vírus ou as toxinas que ele gera. 

O objetivo da vacina como vimos acima é “treinar” as nossas defesas para que elas destruam os vírus daquela “cepa” (variação do mesmo vírus). O processo consiste em inocular nas pessoas esta matéria prima que não tem condições de infectar, mas que tem condições de “despertar” as nossas defesas. 

Neste particular, temos:

  1. Vacina atenuada: Contém vírus enfraquecidos;
  2. Vacina inativada: Contém vírus inativados;
  3. Vacina com toxóides: Contém uma versão enfraquecida da toxina produzida pela bactéria (apenas bactérias);
  4. Vacinas com subunidades: Contém apenas partes de vírus ou de bactérias;

Isto ficou claro para você? Muito bem. 

Imunidade de Rebanho

Você já ouviu a expressão imunidade do rebanho

O que precisamos entender é que os vírus são peregrinos, ou seja, são expelidos por alguém e, como eu já disse, o vento não estando estocado, eles surfam e com isso, conseguem ir muito longe.

Este tráfego é muito hostil aos vírus então, eles perdem força, se tornam inativos e se quebram em pedaços. Chegando até nós dessa forma, eles já não causam mal porque as nossas defesas nos protegem deles, destruindo-os e criando imunidade contra aquele tipo de vírus ou bactérias.  

Isso se chama, imunidade de rebanho e este processo, acontece toda a hora porque, enquanto estivermos vivos, estaremos recebemos uma carga enorme de vírus e bactérias que chegam até nós de várias formas 

O fato de você ter tido imunidade por um vírus ou bactéria qualquer, não significa que você nunca mais terá aquela doença porque, caso tenha problemas que afetem a sua imunidade, ela pode se instalar.

Certo dia eu perguntei a um professor de biologia, talvez o melhor que tive no meu tempo de estudante,  o seguinte:

Por que, quando tomo um vento frio inesperado ou piso distraído numa superfície gelada, a gripe me pega? 

Grosso modo, ele disse: Isto acontece porque você abate as tuas defesas e daí, algum vírus ou bactérias que estavam nas imediações não são combatidas e podem se desenvolver. Daí a doença se instala. 

 Vi uma matéria da qual passo o link abaixo, que nos dá uma boa visão sobre a questão da imunidade de rebanho. 

Os estudiosos que fizeram a matéria, defendem que, no caso do Covid, a vacina é essencial porque o custo em vidas, para esperar que a imunidade de rebanho seja alcançada, poderá ser enorme. 

Concordo plenamente por isso, mas não posso concordar que alguém me obrigue a usar máscaras em ambientes abertos já que, o meio ambiente funciona como se uma vacina fosse e, quanto mais hostil ao vírus ele for, melhor para a minha saúde.

Máscara na praia. Nunca vi besteira maior.

By JefCor

Material de Apoio

Você sabe o que é um virus?
Qual é o tamanho do bicho?
Você sabe como funcionam as vacinas?
Imunidade de Rebanho? O que é isto?

Máscaras em ambiente aberto? Por que?

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